Identidade é o novo perímetro da sua empresa

Microsoft Entra ID — Gestão de Identidade e Acesso em Nuvem

Controle quem acessa cada aplicação, de qual dispositivo e sob quais condições. O Microsoft Entra ID unifica autenticação, MFA, Conditional Access e governança de acesso em uma única plataforma de identidade.

Do Azure AD ao Entra ID

O Microsoft Entra ID é o serviço de diretório e identidade em nuvem da Microsoft — o mesmo produto antes conhecido como Azure Active Directory. A mudança de nome não alterou identificadores técnicos, APIs ou licenças: o que muda é o posicionamento, agora como parte da família Entra, que reúne identidade, acesso à rede e governança sob uma mesma plataforma.

É o Entra ID que autentica o login do Microsoft 365, do Azure, do Dynamics e de milhares de aplicações SaaS de terceiros. Cada acesso a e-mail, arquivo ou sistema corporativo passa por ele antes de chegar ao usuário.

Toda organização com uma assinatura Microsoft em nuvem já opera um tenant do Entra ID — a pergunta relevante não é se você usa, mas quanto do potencial dele está de fato ativo.

Painel do Microsoft Entra ID com visão de identidades, aplicações e políticas de acesso

O que o Entra ID entrega

Uma plataforma de identidade que cobre autenticação, autorização, proteção contra ataques e governança do ciclo de vida do acesso.

  AUTENTICAÇÃO

MFA e login sem senha

Segundo fator por app, chamada ou SMS, além de passkeys FIDO2, Windows Hello for Business e Microsoft Authenticator com correspondência de número.

  CONTROLE DE ACESSO

Conditional Access

Políticas granulares por usuário, aplicação, dispositivo, rede e risco, com controles de sessão e exigência de dispositivo em conformidade.

  SINGLE SIGN-ON

SSO para milhares de apps

Catálogo com milhares de aplicações SaaS pré-integradas por SAML e OIDC, mais aplicações internas publicadas via Application Proxy.

  AUTOSSERVIÇO

Reset de senha pelo usuário

SSPR com write-back para o Active Directory local, reduzindo chamados de senha no service desk sem abrir mão da verificação de identidade.

  PROVISIONAMENTO

Grupos dinâmicos e ciclo de vida

Grupos por regra de atributo, provisionamento automático para aplicações SaaS e integração com sistemas de RH para admissão e desligamento.

  AUDITORIA

Logs e relatórios de acesso

Logs de sign-in, auditoria e provisionamento com retenção estendida e exportação para SIEM, essenciais em auditorias e investigações.

Diagrama Zero Trust com o Conditional Access ao centro, mediando o acesso de identidades e endpoints a aplicações, dados, infraestrutura e rede

Conditional Access: a decisão em cada acesso

O Conditional Access é o motor de políticas do Entra ID e o recurso que mais transforma a postura de segurança de um ambiente Microsoft. Cada tentativa de login é avaliada em tempo real contra sinais de contexto — usuário, grupo, aplicação, localização, plataforma do dispositivo, estado de conformidade e nível de risco — antes que o acesso seja concedido.

A partir dessa avaliação, a política decide: permitir, exigir MFA, exigir dispositivo gerenciado e em conformidade, restringir a sessão a acesso somente leitura, ou bloquear. É assim que se implementa Zero Trust de forma prática — verificar explicitamente, aplicar o menor privilégio e assumir a violação como cenário provável.

O Conditional Access exige licença Entra ID P1 ou superior. No plano gratuito, a proteção se limita aos security defaults, que aplicam MFA de forma uniforme, sem exceções, sem exclusões de emergência e sem qualquer granularidade por aplicação ou por perfil de usuário.

Conheça o Microsoft Entra

Milhões de identidades e pontos de acesso surgem a cada minuto. A resposta da Microsoft é uma malha de confiança que protege cada identidade e cada acesso, entre nuvens e plataformas.

Entra ID P1 e P2: o que muda entre os planos

O plano gratuito acompanha qualquer assinatura Microsoft em nuvem. Os planos Premium são adquiridos por usuário, avulsos ou dentro de pacotes como o Microsoft 365 Business Premium, E3 e E5.

CONTROLE DE ACESSO E HÍBRIDO

Entra ID P1

Habilita o Conditional Access, os grupos dinâmicos, as unidades administrativas, as funções personalizadas de RBAC e o SSPR com write-back para o Active Directory local.

Inclui ainda o Application Proxy para publicar aplicações internas sem VPN, o Entra Connect Health para monitorar a sincronização híbrida, o provisionamento automatizado a partir de sistemas de RH e os relatórios completos de MFA.

É o patamar mínimo para operar identidade corporativa com política real. Já vem incluído no Microsoft 365 Business Premium, no E3 e no Enterprise Mobility + Security E3.

RISCO, PRIVILÉGIO E GOVERNANÇA

Entra ID P2

Soma ao P1 o Entra ID Protection, o motor de risco que classifica cada login e cada usuário e alimenta políticas de Conditional Access baseadas em risco — o único caminho para exigir MFA adicional ou bloquear o acesso apenas quando o comportamento foge do padrão.

Traz também o Privileged Identity Management (PIM), com elevação temporária e aprovada de funções administrativas, e as capacidades de governança: revisões de acesso e gestão de direitos por pacotes de acesso.

Vem incluído no Microsoft 365 E5 e no Enterprise Mobility + Security E5, e também pode ser licenciado de forma avulsa sobre uma base E3.

Autenticação resistente a phishing

A senha continua sendo o elo mais frágil da cadeia. Campanhas de phishing modernas usam proxies reversos que capturam a senha e o código de segundo fator em tempo real, derrubando a proteção do MFA tradicional baseado em código de seis dígitos.

O Entra ID responde com métodos criptograficamente atrelados ao domínio legítimo: passkeys FIDO2, Windows Hello for Business e o Microsoft Authenticator com correspondência de número e contexto de aplicação. Um credencial dessas simplesmente não funciona em um site falso — não há segredo digitável para ser interceptado.

A adoção é gradual: as políticas de força de autenticação permitem exigir método resistente a phishing apenas para administradores e para aplicações críticas, mantendo os demais usuários no fluxo atual enquanto a migração avança.

Login sem senha com passkey FIDO2 e biometria substituindo a digitação de credenciais

Entra ID Protection: risco avaliado a cada login

O motor de risco do plano P2 correlaciona sinais de telemetria da Microsoft para identificar contas comprometidas antes que o atacante avance no ambiente.

Painel de riscos de identidade com detecções de login suspeito e usuários classificados por nível de risco

Detecções que alimentam a política

Cada detecção gera um nível de risco que o Conditional Access consome para decidir entre liberar, exigir autenticação adicional ou bloquear.

Viagem impossível

Logins bem-sucedidos de localizações geograficamente incompatíveis com o intervalo de tempo entre eles.

Credencial vazada

Correspondência da senha do usuário com bases de credenciais expostas coletadas em fontes públicas e na dark web.

Endereço IP anônimo

Acessos originados de redes Tor, VPNs anônimas e proxies frequentemente usados para ocultar a origem do atacante.

Token anômalo

Indícios de replay ou de emissão irregular de token, característicos de sequestro de sessão após um phishing bem-sucedido.

Fluxo de ativação temporária de função administrativa com aprovação e registro de auditoria

Governança do acesso privilegiado

Contas administrativas permanentes são o alvo preferencial de quem já entrou no ambiente. O Privileged Identity Management elimina o privilégio em repouso: o administrador passa a ser elegível a uma função, não titular permanente dela, e ativa o privilégio por tempo determinado, com justificativa, MFA e — quando a política exigir — aprovação de um segundo responsável.

Cada ativação fica registrada, com início, fim e motivo. O resultado é uma trilha de auditoria completa sobre quem exerceu poder administrativo, quando e para quê — exatamente o que auditorias de conformidade pedem e o que a maioria dos ambientes não consegue demonstrar.

Complementam o conjunto as revisões de acesso, que devolvem periodicamente ao gestor a decisão de manter ou remover cada permissão, e a gestão de direitos, que organiza aplicações, grupos e sites em pacotes de acesso solicitáveis com fluxo de aprovação e expiração automática.

O que a sua empresa ganha

Resultados concretos de um projeto de identidade bem executado sobre a base Microsoft que a empresa já possui.

Superfície de ataque menor

Bloqueio de protocolos de autenticação legados, exigência de MFA em todo acesso relevante e restrição do acesso administrativo a dispositivos gerenciados.

Menos atrito para o usuário

Single sign-on entre Microsoft 365, Azure e aplicações SaaS, com segundo fator solicitado apenas quando o contexto do acesso justifica.

Service desk aliviado

Reset de senha em autosserviço com write-back para o Active Directory local retira do suporte um dos chamados mais frequentes e repetitivos.

Conformidade demonstrável

Trilha de auditoria de acessos e de elevações de privilégio, com revisões periódicas documentadas para atender LGPD, ISO 27001 e requisitos de seguradoras cibernéticas.

Admissão e desligamento sem brecha

Provisionamento e desprovisionamento automáticos a partir do sistema de RH encerram o acesso no momento certo, sem depender de chamado manual.

Aproveitamento do que já é pago

Boa parte das empresas já tem licenças com Entra ID P1 incluído e opera apenas o mínimo. Ativar o que está contratado é ganho de segurança sem custo adicional.

Licenciamento CSP

A Five IT é revenda Microsoft no modelo CSP (Cloud Solution Provider) e fornece as licenças de Entra ID P1 e P2 tanto de forma avulsa quanto dentro dos pacotes Microsoft 365 Business Premium, E3 e E5. A cobrança é mensal e em reais, com ajuste de quantidade conforme a empresa cresce ou reduz o quadro.

Diferente da compra direta no portal, o modelo CSP coloca um parceiro entre a empresa e a Microsoft: o suporte técnico passa pela Five IT, o dimensionamento das licenças é revisado periodicamente e a nota fiscal é emitida pela revenda, sem contrato em moeda estrangeira.

Antes de qualquer proposta, avaliamos o que já existe no tenant. É comum encontrar empresas pagando por planos que incluem o P1 sem nunca terem habilitado uma política de Conditional Access — nesses casos a recomendação é ativar o que está contratado, não vender licença nova.

Gestão de licenças Microsoft em modelo CSP com ajuste de quantidade e cobrança mensal

Como a Five IT Implementa

Um projeto de identidade bem conduzido aumenta a segurança sem travar a operação. É por isso que trabalhamos em etapas, validando cada política antes de ampliá-la.

01

Diagnóstico e Assessment

Avaliação do tenant atual: licenças já contratadas, contas administrativas, uso de protocolos legados, cobertura de MFA e aplicações integradas ao Entra ID.

02

Implantação e Configuração

Desenho e publicação das políticas de Conditional Access, ativação do SSPR com write-back, integração de aplicações SaaS por SAML ou OIDC e configuração do PIM para as funções críticas.

03

Treinamento e Conscientização

Capacitação da equipe de TI na administração do Entra ID e comunicação ao usuário final sobre registro de MFA, passkeys e o fluxo de autosserviço de senha.

04

Monitoramento e Suporte Contínuo

Acompanhamento dos relatórios de risco e de sign-in, ajuste das políticas conforme o ambiente evolui e revisão periódica do dimensionamento das licenças CSP.

Perguntas Frequentes

Azure AD e Microsoft Entra ID são o mesmo produto?

Sim. O Microsoft Entra ID é o novo nome do Azure Active Directory, adotado pela Microsoft em 2023. Identificadores técnicos, endpoints de API, IDs de aplicação e planos de licenciamento permanecem os mesmos — apenas a marca e a interface de administração mudaram.

Já tenho Microsoft 365. Preciso comprar Entra ID separadamente?

Toda assinatura Microsoft em nuvem inclui o Entra ID Free, que cobre diretório, SSO e MFA básico via security defaults. Recursos como Conditional Access, grupos dinâmicos e SSPR com write-back exigem o P1, que já vem incluído no Business Premium e no E3. O P2 acompanha o E5 e também pode ser licenciado avulso.

O que exatamente o plano gratuito não faz?

O plano Free não permite políticas de Conditional Access personalizadas — o MFA só pode ser aplicado de forma uniforme pelos security defaults, sem exclusões nem granularidade por aplicação. Também ficam de fora os grupos dinâmicos, o SSPR com write-back, o Application Proxy, as funções personalizadas de RBAC e os relatórios completos de risco.

Preciso do P2 ou o P1 é suficiente?

O P1 atende a maioria dos ambientes que buscam controle de acesso consistente. O P2 se justifica quando o ambiente exige detecção de contas comprometidas em tempo real, políticas que reagem ao nível de risco do login ou governança formal de acesso privilegiado — cenário comum em empresas reguladas ou com muitos administradores.

É possível licenciar o P2 só para parte dos usuários?

Sim. O licenciamento é por usuário, então é viável aplicar o P2 apenas a administradores, diretoria e áreas sensíveis, mantendo o restante no P1. Vale lembrar que as políticas baseadas em risco só protegem quem está licenciado — o dimensionamento precisa acompanhar o escopo real das políticas.

Como fica o Active Directory local que já temos?

O Entra ID não substitui o Active Directory local. Os dois convivem em modelo híbrido através do Microsoft Entra Connect, que sincroniza usuários e grupos e permite autenticação por hash de senha, pass-through ou federação. Aplicações e servidores que dependem de Kerberos e LDAP continuam apoiados no domínio local.

O Conditional Access pode bloquear o acesso de usuários legítimos?

Pode, se for publicado sem validação. Por isso toda política nasce em modo somente relatório, é analisada contra os logs de sign-in reais e só então entra em vigor — primeiro num grupo piloto, depois no restante. Contas de emergência excluídas das políticas são configuradas antes de qualquer ativação.

Quanto tempo leva uma implantação?

Depende do tamanho do ambiente e da quantidade de aplicações a integrar. Um projeto típico de médio porte — assessment, políticas de acesso, SSPR e registro de MFA dos usuários — costuma se concentrar em algumas semanas, com a integração de aplicações SaaS e o PIM avançando em ondas seguintes.

O Entra ID ajuda na adequação à LGPD?

Contribui de forma direta. Controle de acesso baseado em contexto, princípio do menor privilégio, revisões periódicas de permissão e trilha de auditoria de acessos são exatamente os controles técnicos que a LGPD espera de quem trata dados pessoais, e que precisam ser demonstráveis em caso de incidente.

Como funciona o suporte no modelo CSP da Five IT?

No modelo CSP, o atendimento de primeiro nível é da Five IT, que aciona a Microsoft quando o caso exige escalonamento. O contato é com a equipe que conhece o seu ambiente, em horário comercial, sem passar por fila de atendimento genérica e sem contrato em moeda estrangeira.

Comece pelo que você já tem licenciado

Avaliamos o seu tenant Microsoft, mostramos o que está contratado e não está ativo, e desenhamos as políticas de acesso que fazem sentido para o seu ambiente.